From Storyboard to Screen…
Pra que falar mais!?
Dica do irmão Nilton Fernandes!
Essa é a dica do meu amigo Vinicius Abrantes.
Nos dias 10/01/2012 a 22/01/2012 vai rolar a a mostra cinematográfica “Super-Heróis x Anti-Heróis – Dos Quadrinhos às Telas”, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, que põe em pauta as riquezas e semelhanças presentes no universo dos quadrinhos e do cinema em um único evento, privilegiando a origem desta manifestação e seus desdobramentos no Brasil. Serão vários filmes exibidos, um curso gratuito sobre adaptações dos quadrinhos às telas e três debates.
As inscrições para o curso já estão abertas no site. As entradas para os filmes serão R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Saiba mais no Facebook ou no Site da Mostra
Como eu uso bastante o MegaUpload, divulgo aqui seu novo clipe. Ficou bem legal e vale a pena conferir
Song produced by Kim Dotcom and Printz Board.
Vocals by Printz Board, Kim Dotcom and Macy Gray.
A American Red Cross divulga um filme publicitário em animação 3d ao estilo massinha promovendo a reflexão do consumo em tempos de festas natalinas.
Cliente: American Red Cross 2011 Holiday Giving with Fred
Dirigido por Andy Hall do estúdio Elastic
Agência: BBDO
Confira também o filme Resolve to Give que acompanha a mesma campanha:
Para celebrar o lançamento do tão aguardado livro de Saul Bass: A Life in Film & Design”, este clipe contempla alguns dos melhores trabalhos deste grande artista.
Editor: Ian Albinson (artofthetitle.com)
“Saul Bass: A Life In Film & Design” by Jennifer Bass and Pat Kirkham
Musica: Greg Fonkmaster B “Fonkmaster’s Interlude”
Lista dos filmes:
Carmen Jones (1954)
The Big Knife (1955)
The Seven Year Itch (1955)
The Man with the Golden Arm (1955)
Around the World in Eighty Days (1956)
Vertigo (1958)
Anatomy of a Murder (1959)
North by Northwest (1959)
Spartacus (1960)
Psycho (1960)
Ocean’s Eleven (1960)
West Side Story (1961)
Walk on the Wild Side (1962)
Nine Hours to Rama (1963)
It’s a Mad Mad Mad Mad World (1963)
Bunny Lake is Missing (1965)
Seconds (1966)
Not with My Wife, You Don’t! (1966)
Grand Prix (1966)
That’s Entertainment, Part II (1976)
The War of the Roses (1989)
Goodfellas (1990)
Cape Fear (1991)
The Age of Innocence (1993)
Casino (1995)

Para encerrar as comemorações dos 20 anos da Gibiteca Henfil do CCSP, a Curadoria de Artes Visuais e a Divisão de Bibliotecas, com curadoria de Marisa Furtado, apresentam a exposição O espírito vivo de Will Eisner. A mostra, uma homenagem ao artista de quadrinhos, contará com 106 desenhos originais de sua coleção e três histórias completas em que constam seus últimos desenhos, além de uma estátua em bronze de seu personagem Spirit , exposta ao público pela primeira vez.
Exposição: O ESPÍRITO VIVO DE WILL EISNER
abertura: dia 15/11 (terça), às 15h
temporada: 15/11 a 18/12
Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Centro Cultural de São Paulo – Piso Flávio de Carvalho
Entrada Franca

Brave (Bravo), anteriormente intitulado The Bear and the Bow, é o novo filme da Pixar Animation Studios. O décimo terceiro filme de animação do maior e mais famoso estúdio de animação do mundo. Escrito por Brenda Chapman, dirigido pelos irmãos Chapman e Mark Andrews e produzido por Katherine Sarafian. O filme foi originalmente programado para ser lançado em 15 de junho de 2012, mas a Pixar prorrogou em uma semana a estréia prometida para 22 junho de 2012. O filme está atualmente em produção.
Segue o primeiro trailer desse novo lançamento.
Pegando carona no post anterior, da produtora de animação 2D e 3D ChexEddy.
Génération Awake é um bonitinho filme publicitário para uma campanha de responsabilidade ecológica.
Produção : Lovo Films
Agencia : Ogilvy Brussels
Diretor : Hans Vercauter
Curta-metragem musical de 9 minutos sobre a famosa canção de Serge Gainsbourg, Variations sur Marilou, interpretado em 2006 por Alain Bashung.
Produtora: ChezEddy
Diretor: Maxime Bruneel
Produtor: Nicolas de Rosanbo
Produtora: Coline Six
Gerente de Produção: Anne-Lise Mallard
Animação: Antoine Ettori – Emmanuelle Walker – Matthieu Gaillard – Vincent verniers – Gaëtan Louet – Hélène Marchal
Edição: Manuel Coutan e Olivier Guedj
As letras são baseadas em falsas repetições. As mesmas frases vêm regularmente para trás, ligeiramente modificadas. Maxime Bruneel construiu o vídeo clipe desta música no mesmo esquema, com um certo número de takes estendido para criar variações. O comprimento incomum da música e seu ritmo lento e repetitivo reivindicar um forte princípio de “mise-en-scene”. Maxime optou por criar 74 takes animados e transferiu-os para um editor o que ele faria normalmente para um vídeo musical live-action. O principal constrangimento teria sido fazer todo o projeto sem qualquer previsão precisa de cortar o vídeo da música, sem qualquer corte completa-primas. O vídeo da música, assim, mantém um lado espontâneo com transições inesperadas e cíclico na repetitividade.
A canção repousa entre a realidade e a fantasia. O vídeo da música explora este aspecto, mostrando os gestos da Marilou, paralelo ao mundo imaginário do desejo e misturado à realidade da personagem. Respondendo, assim, a ousadia de Bashung e Gainsbourg. Para o diretor, Maxime Bruneel o desafio era conseguir mostrar esta imagem, sem que seja chocante ou apelativo. Estamos mais perto de Courbet “Origine du monde” do que os filmes pornográficos atuais.
Um pouco da história:
Em 2006, Alain Bashung registrou a sua versão de “L’Homme à la tête de chou“, o álbum mítico e totalmente atípico gravado em 1976 por Serge Gainsbourg. Nesta versão, gravada para o musical e dirigido pelo coreógrafo Jean-Claude Gallotta em 2009, realiza Bashung, como só ele poderia fazê-lo, esta obra-prima de 12 canções poéticas, escrito pelo grande compositor francês Serge Gainsbourg. Com seu fraseado inimitável, sua voz quente e sensual, Bashung impõe seus silêncios, desenha os contornos de imagens poéticas e urbanas, sempre surpreendentemente moderna e exatas, com o rock elegante e clássico que o qualifica.
Segundo a Microsoft: Veja como a tecnologia do futuro irá ajudar as pessoas a fazer melhor uso do seu tempo, focando sua atenção e aumentando as relações interpessoais enquanto trabalham, estudam, e ficam em casa.
“Criamos este vídeo para ajudar a contar a história, ver o desenrolar da tecnologia e como ela irá impactar nossas vidas no futuro. O vídeo mostra a nossa visão para um futuro onde a tecnologia se estende e realça nossas capacidades produtivas, que nos ajuda a gerir melhor nosso tempo, concentrar a nossa atenção nas coisas mais importantes, e promover conexões significativas com as pessoas que amamos. Todas as idéias no vídeo são baseados na tecnologia real. Algumas das capacidades, tais como reconhecimento de voz, colaboração em tempo real e visualização de dados já existem hoje. Outros ainda não estão disponíveis em produtos específicos, mas representam pesquisa uma ativa que está acontecendo na Microsoft e outras empresas” disse Kurt DelBene, Presidente da Divisão Microsoft Office.
Minha opinião? Tire isso da tomada e vá pisar na grama, contemplar a natureza real com a família e amigos que você vai se sentir muito melhor.
O morro do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro é mais do que apenas um morro monolítico de granito e quartzo. É da agência Neogama / BBH o novo comercial para Johnnie Walker. Quem assina a direção é Peter Thwaites da The Mill New York fazendo da rocha histórica ganhar vida na forma de um gigante desajeitado.
Com base no posicionamento da marca “Keep Walking”, a nova campanha com “Giant Rock” tem o mesmo grande, estilo icônico dos comerciais globalmente famoso da marca. A idéia foi inspirada pelo crescimento do Brasil e sua importância na economia global.
“O projeto gigante de pedra foi até a nossa rua”, diz o Executivo Criativo da The Mill NY Angus Kneale. ”Fomos muito envolvidos na produção desde o início. Ao rodar no Brasil, nós filmamos cenas em alta velocidade de um ator enterrado sob montanhas de terra e rocha que mais tarde provou ser inestimável para o sincronismo e referência. Queríamos criar algo épico, algo fascinante em sua escala e complexidade. Nosso gigante tinha de se sentir poderoso, mas sábio e nobre.
Tivemos uma série de artistas, desde escultores tradicionais ao conceito de ilustradores-trazê-lo à vida.”
Chefe da equipe de artistas 3D Rob Petrie fala sobre o processo de design do gigante de pedra: “Passamos várias semanas com um desenhista experiente, bem como alguns artistas 3D, para desenvolver a escala, proporção e aparência do gigante A articulação foi um fator importante na o projeto em si, como nós estávamos limitados a quantidade de movimento que ele poderia ter e ainda ser ser fiel e fazer parte deste mundo.”
O artista 3D Vince Baertsoen desenvolveu todo o pipeline em torno do mecanismo de renderização chamado: Arnold. ”Esta tecnologia permitiu-nos manipular milhões de árvores e detritos em uma fração do tempo usual”, explica ele.
O realismo das árvores é um dos mais cativantes efeitos visuais do “Gigantes de Pedra”. Baertsoen diz: “Foi especialmente emocionante para trabalhar nas árvores. Escrevi um sistema que os fez reagir aos movimentos do gigante, e as árvores também quebrar e perder as folhas quando atingido por as pedras e rochas”.
“A combinação da vida real com elementos animados efeitos CG é o que faz o gigante conceber a vida”, diz Gavin Wellsman Compositor chefe da equipe. ”Combinando a animação de pedregulhos em 3D em conjunto com cenas de ação ao vivo fez realmente das cenas serem parecerem realmente autênticas. Acho que o que tornou este projeto executado de forma tão suave estava tendo todas as 25 pessoas da equipe.
* O texto acima foi traduzido direto do site da The Mill
No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra.
Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.
Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.
Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?”.
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.
Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”.
Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.
Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.
Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.
Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá.
®KEEP WALKING, BRAZIL.
Demais a dica da minha amiga Nadiani que mora em Bonito/MS.
Campanha publicitária produzida pela produtora Giroscópio Filmes para a radio Oi FM mostra 3 filmes de 15″ cada produzidos em stopmotion, com a técnica conhecida como Cutout Animation ou animação de recortes.
Confira abaixo o trabalho insano desse povo e logo depois o Making of.
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Uma vez Voltaire disse:
“The instruction we find in books is like fire. We fetch it from our neigbors, kindle it at home communicate it to others and it becomes property of all”
“A instrução que encontramos nos livros é como o fogo. Nós o buscamos nos vizinhos, o atiçamos em casa, o comunicamos com os outros, e ele torna-se propriedade de todos.”
A Amazon de Jeff Bezos mandou muito bem com esse filme publicitário do seu novo brinquedinho: Kindle Fire com o sistema Android.
Já estou louco pra jogar meu ipad na fogueira. hehehe.
Conheci a banda Delafe y las flores azules a pouco tempo e de cara me identifiquei muito com o som dos nossos hermanos de Barcelona.
E para compartilhar, segue abaixo o clipe bem animado da música 1984. Obrigado pela dica, hermano Marcio de Camillo ![]()
Confira também o som: Mar el poder del mar
Gulp é um curta-metragem criado por Sumo Science na Aardman, retratando um pescador indo fazer a sua pesca diária. Rodado em locações na praia Pendine em South Wales, cada quadro da animação stop-motion foi filmado usando um Nokia N8, com a câmera de 12 megapixels e lentes Carl Zeiss. O filme quebrou o recorde mundial de “maior animação stop-motion ‘, filmado em uma área de 1022 m2
Curta o curta!
Curta o Making of
Teminix é poderoso inseticida que promete matar tudo. Até seres bizarros que estão no nosso imaginário. hehehe
Com produção 3d dos caras da Blacklist essa campanha desperta uma vontade doida de sair correndo e comprar o tal Terminix.
Confira os filmes da série:
Créditos:
Client: Terminix
Creative Credits: Seeing Is Believing
Agency: Publicis Dallas
Executive Creative Director/s: Shon Rathbone
Group Creative Director/s: Julia Melle
Creative Director Copy Writer: Steve Grimes
Creative Director Art Director: Pete Voehringer
Producers: Jaime Roderer
Production Company: Blacklist
Executive Producers: Adina Sales, Andrew Linsk
Producer: Michael Neithardt
Associate Producer: Patrick Gantert
Direction and Art Direction: Dvein
Design and Character Development: Dvein
Producer: Esther de Udaeta
Post Production: Dvein
Post Production/VFX team: Vando
Audio Record & Mix: HECQ, Ben Lukas Boysen and Infinia, Marc Gonell
Sound Design: HECQ, Ben Lukas Boysen
Impressionante o que esses caras fizeram a 2 anos atrás!
O filme Ink produzido para a CCTV estatal chinesa ganhou mais de uma dezena de prêmios, e não por menos…. é uma obra de arte. Confira!
E com direito a making of heim! - Cereja do bolo.
Créditos:
Title: Ink
Length: 60 Sec
Client: CCTV – Central China Television
Agency: MMIA
Creative Director: Zhou Jiahong
Art Director: Wu Hao
Copywriters: Zhou Jiahong, Sophia Xu
Storyboard: Wu Hao, Liang Yuanchun
Production Company: Troublemakers.tv & weareflink
Director: Niko Tziopanos
Producer – Troublemakers.tv: James Hagger
Producer – weareflink: Andreas Lampe
CG & Compositing Artist: Alexander Heyer
Compositing Artist: Martin Hess
CG Artist: Philipp Von Preuschen
CG Artist: Timo Schaedel
Ink & Footage: Thore Bornemann
Ink & Making Of: Felix Martens
Production Coordinator: Catharina Foelling
Production Assistant: Aurelie Da Silva
Music & Sound Design: Supreme Music, Florian Lakenmacher
MoCap: MoCap Lab, Remi Brun, Frank Vayssettes, Thomas Oger
Taiji Performer: Alexandre Thorlet
Joker : Willi Wutz
Tagline: Believe in the power of the brand
CCTV水墨宣传片《相信品牌的力量》
Awards:
* VDW Award 2010 – Best Animation
* Spikes Asia 2010 – Gold for Best Use of Computer Graphics / Special Effects
* Adfest 2010 – Silver for Best Visual Effects
* New York Festivals – Television & Film Awards – Gold World Medal 2010
* Chinese Element International Creative Award 2010 – Grand Medal
* China International Advertising “Great Wall” Festival 2010 – Silver Trophy
* Longxi Awards 2010 – Bronze for Best Post Production
* Promax | BDA Asia Award 2009 – Gold for Best Animation
* Promax | BDA Asia Award 2009 – Gold for Best Out of House Station Image Promo
* China Advertising Festival – Gold for Best Advertising of 2009
* China Advertising Festival – Gold for Best Public Advertising of 2009
* Shooting Award – Gold for Best Advertising of 2009
* Shooting Award – Silver for Best Sound Design
Uma obra prima o filme oficial para o 50. Aniversario da Amnesty International: STANDING UP FOR FREEDOM dirigido por Carlos Lascano produzido por Eallin Motion Art e o Dreamlife Studio.
A música é do mestre Hans Zimmer, vencedor do Oscar e de Niminee Balfe.
Melhor ainda é quando um trabalho tão bacana desses vem com um making of sensacional.
Sayonara é um curta experimental de Eric Bates.
Uma breve e improvável história entre dois amigos até o momento da despedida. Um jovem chamado Charles acaba de perder sua casa. Antes de dizer adeus, ele passa o dia com seu melhor amigo: uma tartaruga marinha.
Este curta é um projeto de graduação de Eric Bates feito na Universidade de Arte e Design de Kyoto. Fruto de três anos de pesquisas e inspirado abstratamente nas próprias experiências de vida no Japão.
Eric conta que a maioria dos conceitos se relacionam de alguma forma às experiências, amigos, alimentos, coisas que viveu e que sentiu ao longo do tempo em que ficou na capital Kyoto, em particular a idéia de dizer adeus a amigos íntimos.
Dirigido por
Eric Bates
Puppeteer / Edição de Som
Rulo
Pinturas Sky
Yuki Murabayashi
Laca Texturas Transfer
Judith Umana
Assistente Motion Tracking
Jeon Hwan Tae
Consultor 3D Stereo
Masayoshi Arimoto
Taisei Enterprise
Media Services
Kasuo Hirose
Kazuyoshi Tsuji
Empresa Shineisha
Agradecimentos Especiais
Ayumi Bates
Yasu Suzuka
Hirokazu Sato
Masahiro Kashima
Robert Borland
Kyoto University of Art
Monbukagakusho
Curta o Making of: